Opiniões

 

Estão a “tremer os tristes  que alguma vez desejaram pôr o jugo fascista na democracia, mas nunca vão consegui-lo.

Se pensam que o museu em memória de um déspota lhes dará honra e glória, devem-se ter enganado, porque isso seria a vergonha dum País Livre que luta por conservar a sua Democracia, mesmo que seja à custa de grandes sacrifícios.

Por isso, para os donos dessa "brilhante ideia", dou o conselho para abrirem bem os olhos e duma vez por todas se convencerem que existiu um 25 de Abril para que o fascismo nunca mais exista neste nosso Portugal.”

Edite Cecília Filipe Soares Moreira Pinto Rodrigues


Estou totalmente de acordo com o texto que acabei de subscrever. Divulgassem os principais meios de informação, com imparcialidade, o que foi o exercício do poder do ditador Salazar, e as consequências que o mesmo teve para o País e o seu Povo, e de certeza que ninguém ousaria tomar a iniciativa em questão. Solidarizo-me com a vossa luta. Fascismo nunca mais!

 Carlos Alberto dos Santos Pinho


Creio que estão (gente sem rosto ou que não dá a cara, mas com interesses) a tentar branquear, clarear, a noite negra do salazarismo (fascismo).

"Nós cá estamos p'ra lhes dar". Seremos a muralha de Abril.

João Domingos


Gostaria apenas de deixar a minha opinião com três questões que considero pertinentes:

Qual deles terá sido mais importante, Salazar ou Aristides de Sousa Mendes?

E sendo ambos de concelhos vizinhos, porque será que a casa de Aristides nunca foi recuperada ou transformada num museu?

Será que o governo já tem dinheiro para o museu de Salazar e o de Aristides terá de ser financiado por Israel?

Isto é incompreensível!... Afinal não serão ambos portugueses?

 Anabela Maria Vitória Figueiredo
 


Artigo de Joana Amaral Dias

In: Diário de Notícias

O Museu Salazar (rebaptizado Centro de Estudos sobre o Estado Novo), que a Câmara Municipal de Santa Comba Dão pretende desenvolver, no recatado berço do ditador, é uma casa assombrada. Com um planeamento burlesco. A eira será restaurante e casa de chá. É para o convívio, portanto. Escapa a parte que, supostamente, será dedicada aos estudos. Mas que é inaceitável nesta localização. A exposição consiste no estojo da barba, na mala de viagem, condecorações e um punhado de manuscritos. Talvez o Teatro Nacional D. Maria II possa recomendar o actor - que procura nos jornais para representar Salazar - para um role-play intimista. Enfim... cangalhada sem relevância científica. O espólio importante - tratado já depois do 25 de Abril - encontra-se na Torre do Tombo. E o Estado apenas deverá financiar o museu se este contribuir, de facto, para o estudo do Estado Novo e não para a homenagem e revivalismo.

O objectivo alegado é o emprego e o turismo. Depois de morto é que o déspota vai desenvolver o País e abri-lo ao turismo... arrebatando com um excursionismo fetichista que oferece aos visitantes pincéis da barba? O museu custa cinco milhões de euros, a um Executivo em dificuldades. Além do já garantido emprego para um herdeiro do ditador - 24 mil euros anuais vitalícios - não se vê que dinamismo poderá trazer. Mesmo que existisse. A História e a memória não são, certamente, menos importantes. Santa Comba não quererá a farda do pide que assassinou Humberto Delgado?

O espectro de Salazar anda por aí. A RTP geriu atabalhoadamente o concurso Os Grandes Portugueses quanto à sua nomeação e votação, com consequências rançosas. O ensino da glória dos Descobrimentos e a branca sobre a Guerra Colonial pouco diferem da História adestrada pela ditadura. É assim, a nossa democracia. Não constrói valores e motivos de identificação. Sobram medalhas e saudades. Tal aponta o estudo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Os portugueses são dos mais nacionalistas do mundo. À conta da nostalgia. Mas não são patriotas. Não criticam o passado, não gostam do presente nem disputam o futuro. Basta comparar o à-vontade com que se lança este museu com as contrariedades para colocar uma simples placa-testemunho dos presos e torturados na ex-sede da PIDE para perceber que a nossa democracia ainda tem muito a fazer. Antes que se torne num fantasma.


Este Verão visitei a casa de Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato, coisa que há muitos anos desejava fazer. Fiquei arrepiada...è uma enorme e bonita mansão completamente arruinada, só restam as paredes exteriores. Fiquei muito sensibilizada pois sei que se tratava de um homem bastante rico e com muitos filhos e acabaram todos na miséria. Mais...a esposa enlouqueceu e ele e os filhos passaram fome. Ele comeu na sopa dos pobres em Lisboa.

Comovi-me até às lágrimas porque há tanto dinheiro mal gasto em rotundas, por esse país fora, e não houve nunca dinheiro para honrar a casa daquele homem tão nobre!

Pobre país que não reconhece os seus ilustres sérios, solidários e nobres!

Museu a Salazar??? Por favor! Gaste-se dinheiro e energia com coisas sérias e pessoas honradas!

Ou estarão a brincar com o povo que lhe sofreu às mãos?

 Maria Inês Falcão Teles
 


Não há qualquer dúvida que uma fatia dos portugueses tem problemas de memória! Como è possível haver quem tente fazer uma "plástica" a este homem com letra pequena, NADA nem NINGUEM vai conseguir reescrever a historia!!A PIDE,A TORTURA ,A FOME ,O MEDO,A MISÈRIA,A IMIGRAÇAO,A HIPOCRISIA,isso jamais será apagado da nossa historia. salazar vai ser SEMPRE lembrado por tudo isto quer queiram quer não.Já agora aproveito também para repudiar que se lembrem deste homem num programa de televisão juntando-o ao Senhor Aristides da Silva e ao Senhor Cunhal que tanto sofreram por causa da sua mente mesquinha. Que tal se os alemães abrissem um museu dedicado ao hitler!!!!  Obrigada

 Olga Silva Ribeiro


 È necessário cerrar fileiras para combater a besta, ainda que no ventre, como a serpente, no ovo. Mas atenção a quem quer engrossar essas fileiras. A história conta-nos quem ajudou a abrir as portas à besta nos anos 30. E nem fascistas eram, andam aí prontos a atraiçoar outra vez.

 Carlos Augusto Pinheiro Santos


25 de Abril Sempre - A luta continua - É preciso lembrar sem desânimo que existimos, portugueses republicanos, cidadãos livres de criar o futuro - Hoje não se vê bem o amanhã mas estaremos por aqui ou algures, mais os descendentes dos lutadores do passado da Humanidade - Juntos seremos mais fortes para ir em frente na caminhada.

Francisco Jorge


O poderoso detergente utilizado para o branqueamento da ditadura que tiranizou os portugueses durante quase meio século compõe-se de diferentes aconchegos. Entre eles avulta a ignorância de muitos, a servidão que tantos outros têm fomentado ao longo dos últimos anos e a tibieza daqueles que vêm dominando a cena política portuguesa, mais interessados em governarem-nos do que em estimular um rebate perante as raízes da ditadura. E como consequência de tudo isto, o desencanto de muitos mais, para os quais a coisa política foi transformada num truque mediático que só beneficia os privilegiados de sempre, por completo alheados e indiferentes perante a  realidade popular.

É tempo de percebermos que só uma postura crítica perante um sistema iníquo, que gera aberrações análogas à ditadura que nos oprimiou tantos anos, acompanhada da devida resposta aos aspirantes a pequenos e grandes ditadores, nos poderá permitir viver em paz e liberdade.

A paz e liberdade que o despótico regime salazarista sempre reprimiu através da sua hedionda matriz e nunca podem ser dadas como garantidas. O polvo da dominação inquieta-se permanentemente pelo seu regresso. O projecto desse abominável museu é um primeiro passo. Se não erguermos da forma mais vibrante a nossa afirmação em prol da liberdade, outros se seguirão.

À proliferação das teias do obscurantismo é urgente opor um firme movimento de rejeição. E, perante a ignorância, terá de se desenvolver uma dinâmica acção pedagógica. Caso contrário os obscurantistas acabarão por esmagar as liberdades mais elementares,impondo, no mínimo uma espécie de fascismo do quotidiano, do qual infelizmente já se divisam algumas atitudes da parte de uns quantos (i)responsáveis.

Viva a liberdade,

 José Luis Felix


Caros amigos da URAP,

Sou natural do concelho do Barreiro, terra da resistência e da luta em defesa da Liberdade.

Penso que é uma vergonha o que se está a passar com o branqueamento do fascismo e dos apoiantes.

É uma vergonha o que se passa

É tempo de parar com este saudosismo vergonhoso, que em nada abona a democracia portuguesa

 Contra o fascismo sempre

 José Paulo Ferreira Martins Robalo


Como é possível que governantes, pessoas que pela posição social e simples gente do povo não saibam distinguir entre gente honrada e séria como Aristides de Sousa Mendes ou Humberto Delgado e tantos outros que sofreram em prisões ou perderam a própria vida ou um tirano, um déspota, do pior que houve na História, só comparado a Hitler, Mussolini, Pinochet?

Já alguém o havia querido beatificar. E tiraram daí o sentido. O mundo não é feito de facínoras a mandarem.

O ser humano é digno de viver em sociedade.   

 Nicolau de Jesus Manso


As múltiplas dificuldades da nossa vida actual abre caminho aos salazerentos, que não se cansam de elogiar um dos mais tenebrosos governantes portuguêses de todos os tempos.

Mas a democracia e a liberdade de expressão tem destes efeitos, mas pasme-se como se pode endeusar um ditador que durante anos nos negou essa liberdade.

Será possível branquear Hitler e as atrocidades que cometeu?

Um Hitler que “rasgou” o Tratado de Versalhes, que teve uma Gestapo, que criou campos de concentração e de extermínio e lançou o povo alemão numa Guerra que destruiu a Europa.

E salazar, será que : não criou uma policia politica, não teve o Tarrafal,  não ignorou as deliberações e condenações da ONU e da OUA sobre a ocupação colonial, não enviou o povo para uma guerra colonial cujas consequências ainda sofremos.

A unica diferença entre os dois é diferença dos números, face à dimensão dos dois países, porque de facto estes ditadores eram bem iguais.

Perante a desfaçatez dos saudosistas, resta-nos combater estes salazarentos e avivar a memória de um povo, que durante décadas foi oprimido e perseguido.

 Luis Carreira


É absurdo - depois de um povo se libertar da ditadura salazarista ir homenagear o ditador; é perigoso - reabilita um criminoso; é contra a cultura cívica - alimenta a ignorância.

 Manuel Poppe


 

 Caros Amigos,

Obrigado pela vossa iniciativa, cuja petição já assinei. A propósito deste assunto, e porque acredito que um Verdadeiro Museu teria necessariamente que tomar um formato como por exemplo o do "Museu do Holocausto" (arq Daniel Liebeskind, Berlim, Alemanha) e não mais um santuário saudosista (…)

Obrigado

 Nicolau Pais


Como é possível que os Portugueses esqueçam 49 anos de um regime que prejudicou o seu desenvolvimento, tratou a maioria dos Portugueses como escravos do seu pensamento e da sua mente. Como é possível conceber-se que este passado de ignorância e de escravidão do pensamento e do desenvolvimento possa ser perpetuado num museu. Será mais um ultraje ao sonho de Abril e uma traição aos Capitães, que de forma muito generosa, arriscaram tudo para libertar o POVO do tirano. Em nome da LIBERDADE que nos foi devolvida lutemos juntos contra esta afronta. 

 Julieta Sampaio


Atrair turistas a Santa Comba Dão é o alegado leit motiv para a conversão em Museu da casa que era de um ditador fascista? Não. Claro que não.

Um crime moral de tal magnitude, como é pretender dignificar a perseguição política, as torturas, a repressão, a censura, o isolamento obscurantista, o colonialismo e a guerra contra povos africanos e o próprio povo português (carne para canhão), só pode ter como motivação (velada para os menos esclarecidos e evidente para outros) dar um passo rumo a uma nova fascização da sociedade portuguesa.

Atrair turistas e habitantes a Santa Comba Dão? Façam então um museu antifascista, de denúncia às atrocidades cometidas, encham paredes de retratos de Caxias, Tarrafal, Aljube, Peniche, das torturas e das mortes, das atrocidades em África, para que nunca mais se repitam!

 Ana Paula da Cruz Santos


Apoio a iniciativa não por se tratar de um museu do Estado Novo mas por, tanto quanto sei, ser uma tentativa de "colocar no museu" e de conotar positivamente a figura do próprio Salazar .

Fátima Sá e Melo Ferreira 


É muito degradante a ideia, que triste ideia essa, lembrar semelhante criatura que atrofiou Portugal durante tantos anos, que torturou e assassinou tanto Português.

Que saudosismo doentio é este meus senhores?

Começo a ficar preocupado com o aparecimento de movimentos neo-fascistas em Portugal, liderados por jovens que nem sequer  tem conhecimentos suficientes para se pronunciarem sobre esse malfadado homem ou sobre o seu terrivel regime, pois quando ouço certos e determinados jovens com menos de trinta anos a falar na TV sobre Salazar, o Estado Novo e o 25 de Abril até me arrepio com tanta ignorância.

Se lhe falam de Salgueiro Maia, Otelo Saraiva de Carvalho, Vasco Gonçalves entre outros tantos Heróis da Revolução nem sequer sabem de quem se está a falar, mas depois atrás de alguns elitistas seguindo movimentos neo-fascistas e ideologias nazis das quais não têm conhecimento de causa ou então são tão estupidos ao ponto de gostarem que volte a época onde se torturou e assassinou tanto inocente.

Vamos lembrar os Libertadores, não os opressores.

Viva Portugal!

Viva a Liberdade!

Vivam os valores de Abril

João Alexandre Bento Velhas

 

Só num país de gente sem vergonha e sem respeito pelos milhares de cidadãos que sofreram com a ditadura desse senhor é que se ousa imaginar perpetuar a memória desse verme que tantas familias destruiu. Jovens que sofreram a perseguição desse regime que não fez mais que criar ignorantes, pobres e corruptos que ainda por aí existem. Sejamos lógicos e tenhamos ao menos um pouco de vergonha desse passado que jamais ninguém quererá repetir.

Antonio Jose Ponte


A tentativa de branqueamento do fascismo continua, por isso é preciso  estar atento e denunciar todas as tentativas nomeadamente esta.

 Antonio Vale

Um pretenso Museu Salazar, e da política do chamado Estado Novo, é uma ideia tenebrosa e um projecto abominável que só poderá ser obra de refinados fascistas.

O Presidente da Câmara de Santa Comba Dão, presta o pior serviço aos seus munícipes, ao promover um santuário do fascismo a pretexto de criar uma estância de turismo e obter hipotéticas vantagens económicas.

Quem assim procede não passa de um algoz da Dignidade do Povo assumindo-se como um carrasco da Liberdade.

 J.Fernandes


Não seria de esperar outra reacção que esta ,de tentarem recuperar a memoria dum canalha. E porquê? -Porque nunca se fez no Portugal após 25/Abril o julgamento e condenação efectiva do fascismo. Nunca os sacrossantos interesses da corja fascista foram ameaçados por uma efectiva tomada de posição do Estado de direito. Muita gente pensa como eu ,e alertou na altura para o perigo do retorno da besta. O ventre que pariu esta aberração do género humano não foi esmagado. As nossas cabeças bem pensantes ou não o quiseram admitir ou tiveram medo ou estavam comprometidas. E o resultado ai está. Sinto pessoalmente, vergonha por isto se passar no meu pais e não sei como explicá-lo à memoria dos que tiveram a coragem de combater e que já partiram. Felizmente o meu pai já se foi. Foi assim poupado a esta triste macacada.

E se a besta voltar, vão ser os mesmos de sempre a acarretar com o ónus da luta, a sofrer. Mas acautelem-se senhores vendilhões do templo da democracia, desta vez vamos estar atentos e não vos bastará o emblema dum partido de esquerda para safarem a pele, como aconteceu no passado.

Luis Filipe Eloy

O Salazar afectou TODOS os aspectos da nossa vida.

Aparente inofensiva de devemos perguntar ao que se "esqueceram" dos assinados dos presos e torturados, se é desta portaria quem têm saudade?

 É do direito ao voto "apenas" pelos chefes de família?

É da proibição do divórcio civil dos casamentos católicos?

É do direito que o homem ( e só o homem, não a mulher )a assassinar a sua esposa que apanhou em flagrante delito de traição matrimonial?

É da IMPOSSIBILIDADE das Enfermeiras e Professoras primárias casarem e terem filhos?

É de tanta parvoíce junta...

Fica (abaixo) a portaria de 1953... olhem que exista coragem de a repor a ver se o pessoal gosta...

Actualizadinha sairíamos em dois anito da crise, não?

 Portaria nº69/035 da Câmara Municipal de Lisboa de 1953

 Esta portaria surgiu com o intuito de aplicar multas aos casais "que atentem contra a moral e os bons costumes... nos logradouros públicos e jardins e ... zonas florestais Montes Claros, Parque Silva Porto, Mata da Trafaria, Jardins Botânicos, Tapada da Ajuda e outros... determinando a vigilância sobre pessoas que procurem FRONDOSAS VEGETAÇÕES para a prática de actos que atentem contra a moral e os bons costumes. Assim determina o art. 48º:

1º MÃO na MÃO (2$50);

2º MÃO NAQUILO (15$00);

3º AQUILO na MÃO (30$00);

4º AQUILO NAQUILO (50$00);

5º AQUILO atrás DAQUILO (100$00);

Parágrafo único: Com a língua NAQUILO, 150$00 de multa, preso e fotografado."

 in EGO nº 6 masculina página 23

 António Rebelo


A HISTÓRIA, JAMAIS PODERÁ SER BRANQUEADA.OS CRIMES PRATICADOS,PELA DITADURA FASCISTA,NA PESSOA DO FASCISTA.SALAZAR,NÃO PODEM FICAR ESQUECIDOS.VIVA A URAP.VIVA 0 25 DE ABRIL.MORTE AO FASCISMO E AO IMPERIALISMO NAZI AMERICANO.

SERGIO MANUEL PEREIRA


Totalmente contra romarias e peregrinações a um museu de fracas memorias onde barbaridades e assassínios foram cometidos só para preservar o totalitarismo nas mãos de alguns indivíduos que não tinham o mínimo respeito pelos seres humanos, que eram tratados como seres inferiores

 Pedro Santos


Por todas as razões do mundo, fascismo , Salazares ,monumentos salazarentos disfarçados de cultura ou branqueados nunca mais. Viva a Liberdade , a Constituição, a Democracia, a cultura e a verdadeira liberdade de expressão.

 Pedro Luqueia


“que importa perder a vida
a lutar contra a traição
se a razão mesmo vencida
não deixa de ser razão”
(Antonio Aleixo)

O povo português não permitirá que os saudosistas do tempo da" velha senhora" insultem a memória dos combatentes anti-fascistas que deram a sua vida pela liberdade e como diz O MANUEL ALEGRE na canção do ADRIANO há sempre alguém que resiste há sempre alguém QUE DIZ NÂO E O FASCISMO JAMAIS VOLTARÀ A PORTUGAL QUE O POVO NÂO DEIXA.

Jorge Manuel Alves do Nascimento


Sabem o que mais me incomoda?

E estes ditos "Senhores" que se encontram por de trás destas organizações não se LEMBRAREM que se não fosse o 25 ABRIL não tinham nem podiam ter qualquer forma de expressão.

Pela Liberdade SEMPRE!

Pelo 25 ABRIL SEMPRE!

Pelo fascismo NUNCA MAIS!!!!!!

Ana Godinho